Dúvidas que costumam chegar antes da primeira consulta.
É natural hesitar. Abaixo, as perguntas mais comuns, respondidas com honestidade e sem roteiros prontos.
As perguntas que mais chegam.
Você não precisa nomear o que sente para buscar ajuda.
Algumas das experiências que costumo acompanhar, talvez uma delas seja familiar.
Quando a mente não desliga.
Quando os dias perdem o sentido.
Quando a atenção vira um labirinto.
Quando o sono não restaura.
Quando as emoções oscilam demais.
Quando você sente que perdeu o controle sobre a sua mente.
Quando o mundo parece gritar alto demais.
Quando a comida virou um assunto difícil.
Quando a tela ocupou espaço demais.
Quando dormir vira um pesadelo.
Essas são apenas algumas referências. Se o que você vive não cabe em nenhuma dessas frases, tudo bem, a consulta serve para entendermos o seu caso com cuidado.
Como acontece o seu primeiro encontro.
Conversa inicial
A gente começa pelo que te trouxe até aqui. Sem roteiros. Você fala no seu tempo.
Avaliação sem pressa
Com tempo adequado (60 minutos), mapeamos história, contexto e objetivos, o que faz sentido para você, não um diagnóstico pronto.
Conduta individualizada
Conversamos sobre as opções: psicoterapia, mudanças de rotina, estratégias de manejo, acompanhamento, e, quando faz sentido, medicação. Nada é decidido sozinho.
Buscar um psiquiatra não é sinal de fraqueza, é um gesto de inteligência emocional.
Se chegou até aqui, talvez a próxima conversa faça sentido.